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18/07/2024

PREFEITO DE OURO VELHO CELEBRA INÍCIO DAS PERFURAÇÕES DE POÇOS NA ZONA RURAL

OURO VELHO AUGUSTO VALADARES PERFURAÇÃO DE POÇO PERFURATRIZ HOMEM TRABALHANDO

O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares, utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (17) para celebrar o início das perfurações de poços na zona rural do município, uma ação que faz parte do Programa Água para Todos.

“Iniciamos as perfurações de poços nas comunidades rurais da nossa cidade e graças a Deus 12 poços já deram bastante água. Em breve chegaremos às 60 perfurações. O Programa Água para Todos já é um sucesso”, destacou Valadares em sua postagem.

A iniciativa tem como objetivo garantir o acesso à água para as comunidades rurais de Ouro Velho, uma necessidade vital para a população local que enfrenta desafios frequentes relacionados à escassez de recursos hídricos.

A notícia de que doze dos poços perfurados já apresentaram resultados positivos é um alívio para muitas famílias.

Augusto ressaltou que o programa está apenas começando e que a meta de sessenta perfurações será alcançada em breve, ampliando ainda mais o impacto positivo da iniciativa.

Fonte: Blog do Nill Júnior

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17/06/2024

PROGRAMA CISTERNAS AVANÇA E PROMOVE CIDADANIA ÀS FAMÍLIAS DO SEMIÁRIDO NORDESTINO

Nova etapa de execução é concretizada via convênio entre MDS e Consórcio Nordeste, no valor de R$ 311 milhões. Na área rural de Juazeiro (BA), os moradores estão otimistas com as novas possibilidades trazidas pelo acesso à água

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No Semiárido nordestino, um sonho começa a ganhar forma. A retomada do Programa Cisternas vem enchendo a casa das famílias de esperança. Em meio às obras de uma cisterna para a produção de alimentos em sua propriedade, Jamile da Silva, 26 anos, faz planos para o futuro. A tecnologia de acesso à água, combinada com o recurso do Programa Fomento Rural, vai proporcionar a ela uma renda extra.

"Essa cisterna vai me ajudar na atividade produtiva, vou saber que estou consumindo alimento saudável. E o Fomento vai me dar uma garantia de ter uma criação melhor, que eu preciso também, de caprinos e ovinos.” Jamile da Silva, produtora rural.

A produtora mora na comunidade Pau Preto, zona rural de Juazeiro, ao norte da Bahia. “O Programa Cisternas é perfeito”, definiu Jamile, sorridente. São mais de 42 mil cisternas contratadas, a partir de convênio entre o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e o Consórcio Nordeste. A parceria, formalizada em maio deste ano, contempla os nove estados nordestinos.

O investimento é de quase R$ 300 milhões do Governo Federal, por meio do MDS, e de outros R$ 12 milhões de contrapartida dos estados. O convênio prevê a instalação de 39 mil tecnologias de acesso à água para consumo humano e 2,89 mil sistemas para consumo animal e produção de alimentos. As famílias que recebem as cisternas para a produção de alimentos também são inseridas no Programa Fomento Rural, em um repasse de R$ 13,3 milhões pelo acordo.

Além de oferecer assistência técnica, o Fomento Rural transfere o valor de R$ 4,6 mil diretamente para os beneficiados. São grandes conquistas para Jamile da Silva, que pensa em alternativas de expansão produtiva, a partir do recurso, da cisterna concluída e da capacitação para trabalhar em novas culturas. Ela também quer melhorar as condições do local onde cria caprinos e ovinos, a começar pela construção de um teto para os animais.

 “Essa cisterna vai me ajudar na atividade produtiva, vou saber que estou consumindo alimento saudável. E o Fomento vai me dar uma garantia de ter uma criação melhor, que eu preciso também, de caprinos e ovinos”, projetou Jamile, enquanto acompanha em detalhes o processo de construção da estrutura. Nascida e criada na zona rural, é nessa mesma terra em Juazeiro que ela quer continuar a escrever sua história.

A realidade que o Programa Cisternas desenha para as famílias é possível graças à retomada, em 2023, dos investimentos na ação. Trata-se de uma política pública que assegura o direito de acesso a água.

Perspectiva

À sombra de uma árvore no quintal de casa, na comunidade Arapuá Novo, a produtora rural Maria Sonia Oliveira espera com tranquilidade o período de chuvas na região, quando será possível captar a água, armazenar e, finalmente, utilizá-la. Os 60 anos de vida, completados no último mês, são morando sobre o mesmo chão de terra em Juazeiro. Maria Sonia recorda da época em que a família não tinha cisterna em casa.

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“A primeira cisterna foi um sonho, quando a gente conseguiu, há quase 20 anos. Porque a gente tinha uma dificuldade enorme de carregar a água. Tinha que buscar água longe, colocar na cabeça, era um peso”, lembrou aliviada. “Agora, com essa outra, vai ser ainda melhor, porque é para produção”, disse, mirando o futuro.

A poucos quilômetros da propriedade em que Maria Sonia cria caprinos, a família de André Nascimento também tem na pequena agricultura o meio de subsistência. É da atividade no campo que o produtor colhe qualidade de vida para os três filhos. Ao lado da esposa, Márcia Cristina, ele enxerga no Programa Cisternas a chance de ampliar e otimizar a produção na área em que vivem.

Aos 43 anos, essa será a primeira vez que o agricultor vai manejar uma horta. “Vou plantar coentro, alface, tomatinho... Vai ser pra gente comer em casa, um alimento saudável, e se for possível, até ter uma rendinha extra pra família”, planeja André, com entusiasmo.

Capacitação

O assessoramento técnico para as famílias que atuarão com as cisternas de produção de alimentos, tem o papel de educar e dar suporte, para que a atividade seja executada com segurança. Dessa forma, Jamile, Maria e André são acompanhados por profissionais com experiência e que conhecem o potencial produtivo da região.

Nas comunidades rurais de Juazeiro, a assistência é feita pelo Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA). “É um trabalho que fortalece a função da assessoria técnica, porque a gente conversa com eles, tira dúvidas e até ajuda a escolher qual atividade produtiva eles querem desenvolver”, explicou Andressa Menezes, técnica do IRPAA.

“A retomada do Programa Cisternas consolida o que nós defendemos, que é a convivência com o Semiárido. É um processo que integra a família, porque todos participam”, completou.

O desenho do programa beneficia todos os envolvidos, de uma ponta a outra, como é o caso do pedreiro Flávio Rodrigues, que nunca havia trabalhado na construção civil. Ele passou por uma capacitação, esse ano, e agarrou a oportunidade. Desde que assumiu a função, perdeu as contas de quantas cisternas já ajudou a construir.

“Quero aprender mais ainda, desde moleque tinha vontade de ser pedreiro, e quero aproveitar a oportunidade de trabalhar na área. A cisterna é um presente, eu só tenho a agradecer ao programa, à ASA, a todos”, declarou Flávio. Entre o início e a entrega, a construção de cada cisterna pode variar entre sete e 15 dias, em média.

A Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) é uma rede que defende, propaga e desenvolve o projeto de convivência com o bioma. A entidade é composta por mais de três mil organizações da sociedade civil, como sindicatos rurais, associações de agricultores e agricultoras, cooperativas, organizações não governamentais e institutos, como o IRPAA.

Avanço

Ao resgatar o Programa Cisternas, em 2023, após longo período sem incentivos, o Governo Federal investiu R$ 600 milhões e contratou 62,7 mil unidades, sendo 58,2 mil para o Semiárido e as demais para a região Amazônica.

As tecnologias sociais de acesso à água são um importante equipamento para a convivência com as regiões, promovendo dignidade, saúde, segurança alimentar e melhores condições de vida. Além disso, pesquisas científicas mostram a importância desses sistemas na saúde de gestantes e recém-nascidos.


22/03/2024

DEFESA CIVIL NACIONAL RECONHECE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA EM TABIRA POR CAUSA DA ESTIAGEM


O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu na última quinta-feira (21) a situação de emergência em sete cidades de Pernambuco. O motivo é que essas cidades listadas foram afetadas pela estiagem.

Estão na lista os municípios de Belo Jardim, Betânia, Carnaubeira da Penha, Petrolina, Santa Maria do Cambucá, Serrita e Tabira. Com a medida, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para executar ações de assistência humanitária, como compra de cestas básicas, água potável e aluguel de caminhões-pipa.

Até o momento, Pernambuco tem 93 reconhecimentos federais de situação de emergência vigentes devido à estiagem.

Fonte: Blog Mais Pajeú.

19/03/2024

SUDENE PARTICIPA DA ELABORAÇÃO DO PLANO DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO


A Autarquia é uma das instituições que marcam presença no Seminário Estadual de Atualização do 2º Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB)

Serra Talhada (PE) – Termina hoje (19), no sertão pernambucano, o Seminário Estadual de Atualização do 2º Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca. A Sudene está sendo representada pelo coordenador de Desenvolvimento Territorial, Infraestrutura e Meio Ambiente da Sudene, o economista José Farias, que colabora nas discussões técnicas e na perspectiva de redução das desigualdades regionais e sustentabilidade ambiental das iniciativas institucionais. Ele destaca que a Superintendência vai firmar parceria com o Ministério do Meio Ambiente para a construção dos Planos de Ação Estaduais, além de trabalhar em conjunto com outras instituições, como a Univasf e tribunais de contas dos estados.

“Fomos convidados a participar do processo de elaboração do Plano de Ação, diante da importância da Sudene para o tema desertificação, na perspectiva da política de convivência com o Semiárido. O processo de desertificação já é um fenômeno nacional, mas está muito mais presente no Nordeste e na área de atuação da Sudene”, destaca José Farias. A discussão já foi realizada nos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. E estão programados mais 10 eventos, abrangendo todos os estados do Nordeste e área mineira da Sudene, além da realização de encontros para cada macrorregião. O próximo seminário será em Paulo Afonso (BA), nos dias 8 e 9 de abril. Em junho, deverá acontecer o Seminário Nacional, com o lançamento do Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.

Lançado pela primeira vez em 2005, o plano de ação busca especificar o papel do Governo, das comunidades locais e dos detentores de terra, além de determinar quais os recursos disponíveis e quais os necessários para combater a desertificação. Contando com a participação de especialistas, gestores públicos e representantes de organizações não governamentais, a nova versão do PAB vai definir as principais zonas suscetíveis à desertificação, estabelecendo prioridades para ações públicas e privadas para combater a desertificação e mitigar os efeitos das secas.

O evento em Serra Talhada conta com salas temáticas e rodas de diálogo, voltadas para o compartilhamento de experiências no combate à desertificação e mitigação aos efeitos da seca. Foram formados grupos de trabalho sobre os eixos propostos para o PAB 2024-2044 – Governança e Fortalecimento Institucional (Eixo 1), Gestão da Informação, Pesquisa e Inovação (Eixo 2), Melhoria das Condições de Vida da População Afetada (Eixo 3), Gestão Sustentável para Neutralização da Degradação da Terra (Eixo 4) e Mitigação dos Efeitos da Seca (Eixo 5). A Sudene participa dos grupos 1 e 2, que, entre outros temas, estão abordando os arranjos constitucionais, inserção da sociedade, fortalecimento dos mecanismos de governança que possibilitem articulação com múltiplos atores e a utilização dos conhecimentos acadêmicos, da pesquisa e da inovação na construção de novos processos tecnológicos que melhorem a relação da sociedade com o meio ambiente.

Fonte: Assessoria de Comunicação.

28/07/2023

COM INVESTIMENTO DE R$ 562 MILHÕES, GOVERNO FEDERAL RETOMA PROGRAMA CISTERNAS


Foram lançados dois editais. Um para contratação de cisternas de consumo e produção de alimentos no semiárido e outro para sistemas individuais de acesso à água na Amazônia

Após recuperar R$ 56 milhões que seriam perdidos por problemas relacionados à gestão anterior, o Governo Federal retomou oficialmente o Programa Cisternas, iniciativa que ajuda a criar estruturas para o armazenamento de água do período das chuvas para famílias que vivem em regiões que passam por longos períodos de seca e para ampliar o acesso à água potável em regiões desassistidas. O programa teve a escala extremamente reduzida nos últimos anos.

Foram lançados dois editais: um para a contratação de cisternas de consumo e produção de alimentos no semiárido, com investimento de R$ 400 milhões para construção de 51.490 cisternas. São dez estados contemplados (os nove da Região Nordeste, além de Minas Gerais), com uma meta de 47.550 cisternas de consumo (placas de 16 mil litros) e 3.940 tecnologias de acesso à água para produção de alimentos.

REDUÇÃO DE CAPACIDADE - Desde 2017, o programa sofreu grande redução de sua capacidade. Apenas 4,3 mil cisternas foram entregues em 2021 e 5,9 mil em 2022. Em contrapartida, em 2014 foram mais de 149 mil unidades instaladas e em 2013 aproximadamente 142 mil.

O outro edital é para contratação de sistemas individuais e comunitários de acesso à água na Amazônia, atendendo 3,7 mil famílias. Assim como no semiárido, pelo menos 30% das famílias atendidas pelo edital receberão assistência técnica e serviços de acompanhamento, além de recursos do Programa Fomento Rural. Os equipamentos auxiliam sobretudo os grupos mais isolados de comunidades ribeirinhas e de reservas extrativistas que sofrem com a dificuldade de acesso à água potável.

A tecnologia para a Amazônia inclui captação de água de chuva, captação de fonte complementar (no caso de sistemas comunitários), além de instalação sanitária domiciliar, incluindo fossa séptica, chuveiro, vaso sanitário e pia.

“Essas tecnologias são importantes para a redução de doenças de veiculação hídrica na região”, afirma Lilian Rahal, secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Ela acrescenta que os equipamentos também podem contribuir no combate ao desmatamento e na geração de renda para as famílias.

Dentre os 3,7 mil sistemas de acesso à água previstos pelo edital, a maior parte será destinada ao estado do Pará, com a implantação de 1.300 unidades em seis municípios: Altamira; Curralinho; Porto de Moz; Prainha; Santarém e; São Sebastião da Boa Vista.

Estão previstas ainda 1.200 unidades para o Amazonas, em 11 cidades: Alvarães; Boca do Acre; Carauari; Fonte Boa; Japurá; Juruá; Lábrea; Manicoré; Pauini; Tapauá e; Tefé.

Serão outros 700 sistemas no Acre, nos municípios de: Jordão; Manoel Urbano; Marechal Thaumaturgo; Sena Madureira e Tarauacá. Outras 500 tecnologias serão instaladas no Amapá, nas seguintes localidades: Mazagão; Laranjal do Jari e Vitória do Jari.

Se somadas, as chamadas públicas simbolizam R$ 500 milhões para a construção das tecnologias. O Executivo investirá, apenas em 2023, com os acordos e os editais, mais de R$ 562 milhões no Programa Cisternas, beneficiando cerca de 60 mil famílias.


MODELO DE EXECUÇÃO - O Programa Cisternas começou a ser executado em 2003, atuando fortemente no semiárido brasileiro, depois expandiu para outras áreas do Nordeste e atualmente tem experiências em outros biomas, inclusive o amazônico. Em 20 anos, foram construídas mais de 1,14 milhão de cisternas em todo o país, sendo que até 2016 foram entregues mais de um milhão de unidades.

O programa envolve a parceria do Governo Federal com entes públicos e organizações da sociedade civil, via convênios ou Termos de Colaboração. O processo de implementação, que envolve as atividades de mobilização social, capacitações e organização do processo construtivo, ocorre a partir da ação de entidades privadas sem fins lucrativos, credenciadas previamente e contratadas por parceiros do MDS.

INVESTIMENTOS - Um termo aditivo ao Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o MDS e a Fundação Banco do Brasil e o BNDES foi assinado na quarta-feira (26/7), o que permite retomar parceria para construção de cisternas no semiárido. A iniciativa também associa a implantação das tecnologias a repasses financeiros e assistência técnica às famílias de produtores agrícolas de baixa renda pelo programa Fomento Rural.

O programa combina ações de acompanhamento social e produtivo e a transferência direta de recursos financeiros não-reembolsáveis às famílias para investimento em projetos produtivos, no valor de R$ 4,6 mil. Os projetos apoiados podem ser agrícolas, como cultivo de hortas e criação de pequenos animais, ou não agrícolas, como a produção de polpas e artesanato, realizados por uma família ou coletivos, podendo ser simples (apenas um item de produção) ou combinados.

Foto: MDS

09/06/2023

PREFEITURA DE BREJINHO REVITALIZA SISTEMA DE ABASTECIMENTO NO POVOADO LAGOA DOS CAMPOS


A Prefeitura de Brejinho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, está empenhada em melhorar a qualidade de vida dos moradores do Povoado Lagoa dos Campos. Recentemente, foi realizada uma importante obra de revitalização no sistema de abastecimento de água, que garantirá o fornecimento contínuo e seguro para a comunidade local. O Prefeito Gilson Bento, a Secretária de Agricultura Aurivoneide Santos, o Secretário de Obras Manoel da Carne e o vereador Rossinei Cordeiro acompanharam de perto o andamento do projeto, demonstrando o compromisso da administração municipal com o bem-estar da população.

O sistema de abastecimento de água no Povoado Lagoa dos Campos passou por um processo de revitalização abrangente, visando melhorar a infraestrutura existente e garantir um serviço eficiente e confiável. Com o apoio da Secretaria Municipal de Agricultura, a Prefeitura de Brejinho investiu recursos significativos nessa importante iniciativa.

A visita realizada pelo Prefeito Gilson Bento, pela Secretária de Agricultura Aurivoneide Santos, pelo Secretário de Obras Manoel da Carne e pelo vereador Rossinei Cordeiro teve como objetivo verificar pessoalmente o andamento da obra e assegurar que todas as etapas estejam sendo cumpridas de acordo com os padrões estabelecidos. Essa atenção especial demonstra o comprometimento das autoridades em proporcionar melhores condições de vida para os moradores do Povoado Lagoa dos Campos.

A revitalização do sistema de abastecimento trará inúmeros benefícios para a comunidade local. Os moradores poderão desfrutar de um abastecimento contínuo de água potável, essencial para suas necessidades diárias, como consumo doméstico, higiene pessoal e atividades agrícolas. Além disso, a melhoria na infraestrutura também contribuirá para reduzir possíveis problemas de escassez de água durante períodos de seca ou demandas sazonais mais intensas.

A Secretaria Municipal de Agricultura desempenhou um papel fundamental nesse projeto, coordenando as ações e garantindo a aplicação adequada dos recursos. Através de um trabalho integrado com outras secretarias e órgãos municipais, foi possível alcançar resultados satisfatórios e promover um impacto positivo na qualidade de vida dos moradores do Povoado Lagoa dos Campos.

A revitalização do sistema de abastecimento de água no Povoado Lagoa dos Campos, promovida pela Prefeitura de Brejinho em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, é uma iniciativa que visa melhorar a qualidade de vida dos moradores locais. Com a presença do Prefeito Gilson Bento, da Secretária de Agricultura Aurivoneide Santos, do Secretário de Obras Manoel da Carne e do vereador Rossinei Cordeiro durante a visita à obra, fica evidente o comprometimento da administração municipal em oferecer um serviço de abastecimento de água contínuo e seguro.



08/06/2023

EL NIÑO COMEÇA OFICIALMENTE COM PREVISÃO DE SER UM DOS MAIS INTENSOS DAS ÚLTIMAS DÉCADAS

Foto: Ezequiel Becerra/AFP

Fenômeno climático responsável pelo aquecimento das águas do Pacífico costuma provocar seca e calor mais intenso no Brasil e em outros países da América Latina

Um El Niño antecipado já está oficialmente formado. Deve ser forte, bagunçar o clima em todo o mundo e dar a uma Terra já em aquecimento um pouco mais de calor, segundo anunciaram meteorologistas nesta quinta-feira, 8. A Administração Nacional de Atmosferas e Oceanos (NOAA, na sigla em inglês) lançou um alerta nesta manhã anunciando a formação do fenômeno climático. E ele deve ser levemente diferente dos anteriores.

O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, o que acaba tendo influência no clima mundial, com impactos na temporada de furacões no Atlântico e de ciclones no Pacífico.

Neste ano, o El Niño se formou pelo menos um mês antes do que costuma acontecer, o que dá ao fenômeno um pouco mais de tempo para crescer. Com isso, segundo os especialistas, há 56% de chances de ser considerado forte e 25% de atingir proporções gigantescas, segundo a cientista Michelle L´Heureux, responsável pelo escritório de previsões climáticas El Niño/La Niña da NOAA.

Com isso, existe a possibilidade de 2023 bater um novo recorde de ano mais quente dos registros, com temperaturas superiores às registradas em 1998 e 2016, anos especialmente quentes. A combinação do fenômeno climático especialmente intenso com a aceleração dos efeitos do aquecimento global seria responsável pelo recorde.

“Se este El Niño alcançar a categoria dos mais fortes será a recorrência mais curta do registro histórico”, afirmou Kim Cobb, cientista climática da Universidade de Brown, nos EUA.

Um intervalo tão curto entre dois El Niños especialmente fortes deixa as comunidades com menos tempo hábil para se recuperarem de danos a infraestrutura, agricultura e ecossistemas provocados pelo fenômeno.

Pelos próximos meses, durante o inverno, o El Niño deve ser sentido mais fortemente no hemisfério sul. Entre os países mais atingidos estão Brasil, Colômbia e Venezuela, com previsões de secas intensas, bem como Índia e Indonésia.

O fenômeno climático tem um custo alto à economia global. Segundo estimativas do Banco Mundial, o El Niño de 1997 e 1998 custou aos cofres públicos dos países mais atingidos US$ 45 bilhões (R$ 222 bilhões).

Fonte: Estadão.

Entenda

Fenômeno El Niño pode ter impactos para o clima no Brasil



Fonte: NOAA

02/06/2023

DESCOBRINDO O ENCANTO DO PLANALTO DA BORBOREMA: UM TESOURO NATURAL NOS ESTADOS DO NORDESTE

Se você é apaixonado por natureza e busca destinos surpreendentes para explorar, não pode deixar de conhecer o encantador Planalto da Borborema. Localizado no Nordeste do Brasil, esse planalto é uma verdadeira joia que abrange diversos estados da região. Neste artigo, vamos descobrir em quais estados ele se encontra, a população que vive nessa região, o clima característico e se chove muito nesse lugar tão especial.

O Planalto da Borborema se estende por quatro estados do Nordeste do Brasil: Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas. Esses estados são agraciados pela majestosa presença desse planalto, oferecendo paisagens deslumbrantes e uma rica diversidade natural aos visitantes.

Com relação à população que habita o Planalto da Borborema, estima-se que cerca de 4 milhões de pessoas vivem nessa região. São comunidades acolhedoras e diversas, que preservam suas tradições e contribuem para a riqueza cultural desse lugar único.

O clima no Planalto da Borborema é influenciado pela sua altitude, o que acarreta uma variação interessante em relação às precipitações. De maneira geral, é uma região que recebe um volume de chuvas moderado, tornando-a uma área propícia para o desenvolvimento de uma vegetação exuberante. Essa característica climática contribui para a presença de rios, cachoeiras e nascentes que enriquecem ainda mais a beleza natural do planalto.

O clima predominante no Planalto da Borborema é o clima tropical úmido. No entanto, é importante ressaltar que essa região apresenta variações microclimáticas devido à sua topografia, resultando em diferentes paisagens e vegetações. Durante o ano, é possível encontrar temperaturas amenas e agradáveis, sendo um alívio para quem deseja fugir do calor intenso de outras áreas do Nordeste brasileiro.

O Planalto da Borborema é um destino que merece ser explorado pelos amantes da natureza e da cultura. Com sua localização privilegiada em quatro estados do Nordeste brasileiro, oferece uma experiência única através de suas paisagens encantadoras, população acolhedora e um clima ameno e agradável. Seja você um viajante em busca de aventuras ou um apaixonado pela natureza, não deixe de incluir o Planalto da Borborema em sua lista de destinos imperdíveis. Venha descobrir as maravilhas desse tesouro natural e encante-se com tudo o que essa região tem a oferecer!

01/10/2020

VÍDEO: PRESIDENTE JAIR MESSIAS BOLSONARO INAUGURA SEGUNDA ETAPA DO SISTEMA ADUTORA DO PAJEÚ EM SÃO JOSÉ DO EGITO


Nesta quinta-feira (01/10/2020), o Presidente Jair Bolsonaro inaugurou a primeira fase da segunda etapa do Sistema Adutora do Pajeú, no município pernambucano de São José do Egito. O sistema vai levar água para sertanejos que sofrem com a seca no Sertão de Pernambuco.

15/01/2020

LANÇADO EDITAL PARA IMPLANTAÇÃO SISTEMAS DE DESSALINIZAÇÃO NO SEMIÁRIDO


O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Agrário, lançou nesta segunda-feira (13) a licitação do Programa Água Doce (PAD), ação coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional, executada em parceria com o estado. O edital foi publicado nas edições de sábado do Diário Oficial da União e Diário Oficial do Estado.

Orçado em R$ 36,9 milhões, sendo R$ 33,2 milhões da União e R$ 3,7 milhões de contrapartida do estado, o Programa Água Doce prevê a instalação de 170 sistemas de dessalinização em poços de água salobra, beneficiando cerca de 60 mil pessoas em 21 municípios do Semiárido pernambucano, que passam a contar com água de qualidade para o consumo.

De acordo com o secretário Dilson Peixoto, o programa integra um conjunto de ações com foco na melhoria da infraestrutura hídrica no Agreste e Sertão do estado. “Além do Programa Água Doce, em 2019 entregamos 2.944 cisternas de 16 mil e 52 mil litros e, ainda neste mês de janeiro, devemos assinar a ordem de serviço do Programa de Integração do Rio São Francisco (Pisf), que vai beneficiar 12 mil pessoas residentes em comunidades localizadas a até cinco quilômetros dos canais Norte e Leste da Transposição do São Francisco”, destacou.

A instalação dos sistemas foram divididas em três lotes, contemplando os municípios de Águas Belas, Iati, Manari, Paranatama e Venturosa (Lote 1), Alagoinha, Caetés, Capoeiras, Cumaru, Frei Miguelinho, Jataúba, Riacho das Almas, Salgadinho, Sanharó, Santa Maria do Cambucá e Vertente do Lério (Lote 2) e Afrânio, Dormentes, Santa Cruz e Trindade (Lote 3).

A previsão para conclusão das obras é de 12 a 24 meses, de acordo com o cronograma de execução dos serviços. Após a instalação dos sistemas, o programa prevê também a manutenção básica durante 12 meses, período em que as comunidades devem ser capacitadas para assumir a manutenção dos equipamentos.

Fonte: www.amupe.org

24/12/2019

VERÃO DEVE TRAZER CHUVAS AO SERTÃO, DIZ APAC



O verão, que começou  oficialmente à 1h19 da madrugada deste domingo (21) em Pernambuco, deve trazer temperaturas mais altas ao Estado e, no Sertão pernambucano, o maior índice de chuvas do ano. As informações são da Agência Pernambucana de Águas, aApac.

De acordo com a agência, a média das temperaturas máximas em Pernambuco no trimestre dezembro, janeiro e fevereiro giram em torno de 34º no Sertão e 32° no Agreste, na Zona da Mata e na Região Metropolitana do Recife (RMR).

O verão também costuma ter os maiores índices pluviométricos no Sertão. Segundo a Apac, a média no Sertão de Pernambuco é de 360 mm (milímetros) e de 330 mm no Sertão do São Francisco. No Agreste, a média é de 217 mm. Já na Zona da Mata, 315 mm, e no Litoral, 490 mm aproximadamente. Para se ter uma ideia, as chuvas na primavera, estação que antecede o verão, costumam ser de, em média, 45 mm no Sertão.

Além de ser a estação mais quente do ano, o verão – que vai até as 3h50 da madrugada de 20 de março – é conhecido por ter dias mais longos.

No entanto, a Apac afirma que, em Pernambuco, o aumento das horas do dia é pouco perceptível devido à localização do Estado.

Posicionado em uma região tropical e perto da Linha do Equador, a incidência dos raios solares em Pernambuco deve manter uma proporção constante, o que implica em uma variação pequena (de poucos minutos) no tamanho do dia.

19/12/2019

SECA GRAVE AVANÇA NO NORDESTE, APONTA MONITOR

De forma geral, situação dos açudes do semiárido é crítica. Foto: Milena Kury/Funceme
O mapa mais recente do Monitor de Secas aponta avanço do nível de seca grave na região Nordeste. A ferramenta indica que, em outubro, a taxa era de 23,02% e passou para 36,03% em novembro. Neste nível, os possíveis impactos são perdas de cultura ou pastagens, escassez e restrição de água imposta.

De acordo com o monitoramento divulgado nesta semana, a região apresenta atualmente 88,61% do seu território com algum nível de seca, segundo a classificação do Monitor. Somente áreas localizadas nos litorais ainda estão classificadas sem seca relativa. A área com nível um pouco mais intenso, classificado como extremo, está situada em uma faixa entre o norte da Bahia e Pernambuco, totalizando cerca de 2% da região Nordeste.
Em relação ao mesmo período de 2018, a atual situação da região é melhor. Naquela ocasião, o Nordeste apresentava 93,71% do seu território com algum nível de seca. Além disso, apresentava 2,99% com seca excepcional.

Apesar de não ser a única variável usada para classificar a presença ou não da estiagem, a redução da chuva nesta época do ano acaba contribuindo para o avanço dela. No Ceará, por exemplo, em outubro, a média pluviométrica é de apenas 3,9 milímetros e, neste ano, o acumulado foi de 1,3 mm, conforme dados Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), em outubro, a média pluviométrica é de apenas 3,9 milímetros e, neste ano, o acumulado foi de 1,3 mm.

Outro indicativo para a situação crítica é o atual nível dos açudes. Conforme a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), dos 155 reservatórios monitorados pelo órgão, 89 estão com volume abaixo dos 30%. O Castanhão, que é o maior açude da América Latina para múltiplos usos, está com apenas 3,02% de sua capacidade total.

Mais sobre o Monitor de Secas

O Monitor de Secas promove o monitoramento regular e periódico da situação da seca, por meio do qual é possível acompanhar sua evolução, classificando-a segundo o grau de severidade dos impactos observados.

Em operação desde 2014, a ferramenta iniciou suas atividades pela região Nordeste, historicamente a mais afetada por eventos de seca. Com a metodologia já consolidada e entendendo que todas as regiões do País são afetadas em maior ou menor grau por fenômenos dessa natureza, foi iniciada a expansão da ferramenta para a inclusão de outros estados. Em novembro de 2018, Minas Gerais foi incorporado ao processo.

O projeto é coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA), com o apoio da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), e desenvolvido conjuntamente com diversas instituições estaduais e federais ligadas às áreas de clima e recursos hídricos.

28/08/2019

RECUPERAÇÃO DA PALMA FORRAGEIRA NO SEMIÁRIDO É TEMA DA REUNIÃO DO FÓRUM DAS SECAS


O Fórum Permanente de Convivência Produtiva com as Seca reúne-se nesta quarta-feira (28), das 8h 30 às 12h, no Hotel Bristol, em Boa Viagem. Na ocasião, o engenheiro agrônomo e pesquisador do IPA, Djalma Cordeiro, ministrada a palestra “A Recuperação da Palma Forrageira no Semiárido Brasileiro: Novas Cultivares e Técnicas de Cultivo”. A ação é promovida pela Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe) em parceria com o Sebrae.

A iniciativa é uma oportunidade de discutir as demandas da classe produtora rural, bem como apresentar opções de políticas e tecnologias que levem a soluções permanentes para os períodos de estiagem prolongada.

O Fórum reúne entidades da comunidade empresarial, acadêmica e entes do governo. São eles: Sociedade Nordestina de Criadores (SNC), Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Associação Nordestina de Agricultura e Pecuária (ANAP), Associação Avícola de Pernambuco (Avipe), Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Pernambuco (Facep), Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomercio/PE), Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Pernambuco (Sebrae/PE), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/PE), Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar) e o Sindicato dos Cultivadores de Cana de Açúcar de Pernambuco (Sindcape).

26/08/2019

OPERAÇÃO PIPA PODE SER RETOMADA EM PARCERIA COM A COMPESA, DIZ SECRETÁRIO DILSON PEIXOTO


Blog do Carlos Britto

O secretário estadual de Desenvolvimento Agrário, Dilson Peixoto, admitiu que o Governo de Pernambuco só irá retomar a Operação-Pipa no Sertão quando quitar as pendências ainda existentes junto aos pipeiros contratados.

Dilson disse à imprensa, durante o 4º Seminário Todos por Pernambuco, em Petrolina, que sua pasta herdou um passivo de R$ 4 milhões. Por este motivo, o governador Paulo Câmara optou por não retomar a ação neste momento.

Nesta semana, o Estado conseguiu liberar os primeiros recursos para iniciar a quitação dos atrasados com os pipeiros. O valor é de R$ 1,3 milhão.

Dilson explicou que a ideia do governo é retomar a Operação-Pipa em parceria com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) porque, segundo o secretário, não há uma previsão orçamentária do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) para bancar o serviço.

14/05/2019

CISTERNAS RECEBEM APORTE DE R$ 108 MILHÕES DO FUNDO DE DEFESA DE DIREITOS DIFUSOS

Crédito: Fernando Frazão/Agência Brasil
Escolas rurais e famílias de agricultores do Semiárido serão beneficiadas com o reforço orçamentário

O Programa Cisternas, executado pelo Ministério da Cidadania, vai receber um reforço de R$ 108 milhões para a construção de reservatórios de água em escolas rurais e propriedades de agricultores familiares do Semiárido. Os recursos são provenientes do Fundo de Defesa de Direitos Difusos – ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O dinheiro é fruto de condenações judiciais, indenizações e multas aplicadas em ações do Conselho Administrativo de Defesa do Econômica (Cade).

No total, cerca de R$ 714 milhões estão sendo disponibilizados para financiar projetos de órgãos públicos que visem à recuperação, conservação e preservação do meio ambiente; à proteção e defesa do consumidor; à promoção e defesa da concorrência; ao patrimônio cultural brasileiro, entre outros. O Fundo é comandado por um Conselho Federal Gestor, composto por representantes do governo federal, Ministério Público Federal e sociedade civil.

De acordo com o secretário especial do Desenvolvimento Social do Ministério da Cidadania, Lelo Coimbra, os recursos são fundamentais para aliviar o sofrimento das famílias vítimas da escassez de água na região. “É um programa de fornecimento de água para beber e produção no Semiárido brasileiro, para garantir qualidade de vida. Temos 5.700 escolas na região que precisam de água com qualidade e em abundância.”

No total, mais de 1,3 milhão de cisternas já foram entregues no Nordeste. São unidades que captam a água da chuva e a armazenam para o consumo ou até mesmo para a produção de alimentos e criação de pequenos animais. Para o secretário Lelo Coimbra, o objetivo agora é universalizar o atendimento às escolas rurais e garantir cidadania plena às famílias. “É um recurso que está retornando para quem mais precisa. É para aqueles que estão sem emprego, sem renda, ou com baixa renda, abaixo do mínimo necessário para a sobrevivência, e que podem ter nesse acréscimo a possibilidade de novas oportunidades”, diz.

11/10/2018

PREFEITA TÂNIA MARIA TOMA PROVIDÊNCIAS REFERENTE A RETIRADA IRREGULAR DE ÁGUA NO AÇUDE SERRARIA


A prefeita Tânia Maria esteve juntamente com o Secretário de Obras José Vandilson, na manhã desta quinta-feira (11/10), no Açude Serraria, tomando providências referente a retirada irregular de água no reservatório que abastece a cidade de Brejinho. A prefeita também enviou ofícios para APAC, Gerência Regional da Compesa em Afogados da Ingazeira e Promotoria Pública da cidade de Itapetim onde ficou acordado reunião com moradores e representantes da cidade a ser realizada no dia 18 de outubro, às 14:00 horas na Associação Rural do Sítio Serraria. Também serão convidados pela Prefeitura Municipal de Brejinho, representantes da Compesa, APAC e Polícia Militar para participarem da reunião.



16/02/2018

ITAPETIM RECLAMA INTERVENÇÕES DA COMPESA E DA CELPE PARA MELHORAR ABASTECIMENTO DE ÁGUA


Por Anchieta Santos

Mesmo com a Barragem de Caramucuqui apresentando bom volume de água a cidade de Itapetim está enfrentando dificuldades no abastecimento. A Compesa tem sido alvo de críticas da população de Itapetim pela falta de água nas torneiras.

A bomba utilizada na barragem em rede monofásica apresenta vazão de apenas 10 litros por segundo. Com isso alguns bairros da cidade estão passando até mais de 20 dias sem água.

De acordo com os técnicos locais da Compesa o ideal seria uma bomba trifásica para fornecer 20 litros por segundo. A Compesa solicitou junto a Celpe a alteração na corrente elétrica para trifásica.  A população cobra uma providencia urgente por parte de Celpe e Compesa.

Já  os moradores da cidade de Brejinho torcem pela chegada das chuvas pois a barragem de mãe D’água vive situação de colapso. Se não  chover eles terão que conviver com a lata d’água na cabeça nos próximos dias.

07/12/2017

CARROCEIROS FAZEM LONGA FILA COM SEUS ANIMAIS PARA RETIRAR ÁGUA DO CHAFARIZ EM TEIXEIRA


Por causa da longa estiagem e do racionamento de água que já dura mais alguns anos em Teixeira, carroceiros estão à procura de água em vários locais da cidade. Um dos pontos mais frequentados é o conhecido chafariz. O local que virou a única fonte para muitas famílias é o único recurso para quem está com as torneiras secas.

Fazendo longas filas, com seus animais, eles retiraram o sustento para sua família vendendo a água ou mesmo utilizam para abastecer suas residências. Na manhã desta quarta-feira (06), os carroceiros iniciaram suas atividades as 04:00h.

Segundo relatos dos carroceiros, o chafariz tem suas regras a serem obedecidas com horário e só funciona por um determinado tempo para retirada de água.  “Tem gente que sai do outro lado da cidade para encher os galões e levar para casa. Outros aproveitam a noite, quando as filas são menores, para buscar água.” Disse um dos carroceiros.

A prefeitura municipal começou a fazer o trabalho de distribuição de água nos bairros, porém, o governo municipal conta hoje com menos carros-pipas.

Foto: Ardiles Reis

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