O prefeito de Ouro Velho, Augusto
Valadares, utilizou suas redes sociais nesta quarta-feira (17) para celebrar o
início das perfurações de poços na zona rural do município, uma ação que faz
parte do Programa Água para Todos.
“Iniciamos as perfurações de
poços nas comunidades rurais da nossa cidade e graças a Deus 12 poços já deram
bastante água. Em breve chegaremos às 60 perfurações. O Programa Água para
Todos já é um sucesso”, destacou Valadares em sua postagem.
A iniciativa tem como objetivo
garantir o acesso à água para as comunidades rurais de Ouro Velho, uma
necessidade vital para a população local que enfrenta desafios frequentes
relacionados à escassez de recursos hídricos.
A notícia de que doze dos poços
perfurados já apresentaram resultados positivos é um alívio para muitas
famílias.
Augusto ressaltou que o programa
está apenas começando e que a meta de sessenta perfurações será alcançada em
breve, ampliando ainda mais o impacto positivo da iniciativa.
Nova etapa de execução é
concretizada via convênio entre MDS e Consórcio Nordeste, no valor de R$ 311
milhões. Na área rural de Juazeiro (BA), os moradores estão otimistas com as
novas possibilidades trazidas pelo acesso à água
No Semiárido nordestino, um sonho
começa a ganhar forma. A retomada do Programa Cisternas vem enchendo a casa das
famílias de esperança. Em meio às obras de uma cisterna para a produção de
alimentos em sua propriedade, Jamile da Silva, 26 anos, faz planos para o
futuro. A tecnologia de acesso à água, combinada com o recurso do Programa
Fomento Rural, vai proporcionar a ela uma renda extra.
"Essa cisterna vai me ajudar na
atividade produtiva, vou saber que estou consumindo alimento saudável. E o
Fomento vai me dar uma garantia de ter uma criação melhor, que eu preciso
também, de caprinos e ovinos.” Jamile da Silva, produtora rural.
A produtora mora na comunidade
Pau Preto, zona rural de Juazeiro, ao norte da Bahia. “O Programa Cisternas é
perfeito”, definiu Jamile, sorridente. São mais de 42 mil cisternas
contratadas, a partir de convênio entre o Ministério do Desenvolvimento e
Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e o Consórcio Nordeste. A
parceria, formalizada em maio deste ano, contempla os nove estados nordestinos.
O investimento é de quase R$ 300
milhões do Governo Federal, por meio do MDS, e de outros R$ 12 milhões de
contrapartida dos estados. O convênio prevê a instalação de 39 mil tecnologias
de acesso à água para consumo humano e 2,89 mil sistemas para consumo animal e
produção de alimentos. As famílias que recebem as cisternas para a produção de
alimentos também são inseridas no Programa Fomento Rural, em um repasse de R$
13,3 milhões pelo acordo.
Além de oferecer assistência
técnica, o Fomento Rural transfere o valor de R$ 4,6 mil diretamente para os
beneficiados. São grandes conquistas para Jamile da Silva, que pensa em
alternativas de expansão produtiva, a partir do recurso, da cisterna concluída
e da capacitação para trabalhar em novas culturas. Ela também quer melhorar as
condições do local onde cria caprinos e ovinos, a começar pela construção de um
teto para os animais.
“Essa cisterna vai me ajudar na atividade
produtiva, vou saber que estou consumindo alimento saudável. E o Fomento vai me
dar uma garantia de ter uma criação melhor, que eu preciso também, de caprinos
e ovinos”, projetou Jamile, enquanto acompanha em detalhes o processo de
construção da estrutura. Nascida e criada na zona rural, é nessa mesma terra em
Juazeiro que ela quer continuar a escrever sua história.
A realidade que o Programa
Cisternas desenha para as famílias é possível graças à retomada, em 2023, dos
investimentos na ação. Trata-se de uma política pública que assegura o direito
de acesso a água.
Perspectiva
À sombra de uma árvore no quintal
de casa, na comunidade Arapuá Novo, a produtora rural Maria Sonia Oliveira
espera com tranquilidade o período de chuvas na região, quando será possível
captar a água, armazenar e, finalmente, utilizá-la. Os 60 anos de vida,
completados no último mês, são morando sobre o mesmo chão de terra em Juazeiro.
Maria Sonia recorda da época em que a família não tinha cisterna em casa.
“A primeira cisterna foi um
sonho, quando a gente conseguiu, há quase 20 anos. Porque a gente tinha uma
dificuldade enorme de carregar a água. Tinha que buscar água longe, colocar na
cabeça, era um peso”, lembrou aliviada. “Agora, com essa outra, vai ser ainda
melhor, porque é para produção”, disse, mirando o futuro.
A poucos quilômetros da
propriedade em que Maria Sonia cria caprinos, a família de André Nascimento
também tem na pequena agricultura o meio de subsistência. É da atividade no
campo que o produtor colhe qualidade de vida para os três filhos. Ao lado da
esposa, Márcia Cristina, ele enxerga no Programa Cisternas a chance de ampliar
e otimizar a produção na área em que vivem.
Aos 43 anos, essa será a primeira
vez que o agricultor vai manejar uma horta. “Vou plantar coentro, alface,
tomatinho... Vai ser pra gente comer em casa, um alimento saudável, e se for
possível, até ter uma rendinha extra pra família”, planeja André, com
entusiasmo.
Capacitação
O assessoramento técnico para as
famílias que atuarão com as cisternas de produção de alimentos, tem o papel de
educar e dar suporte, para que a atividade seja executada com segurança. Dessa
forma, Jamile, Maria e André são acompanhados por profissionais com experiência
e que conhecem o potencial produtivo da região.
Nas comunidades rurais de
Juazeiro, a assistência é feita pelo Instituto Regional da Pequena Agropecuária
Apropriada (IRPAA). “É um trabalho que fortalece a função da assessoria
técnica, porque a gente conversa com eles, tira dúvidas e até ajuda a escolher
qual atividade produtiva eles querem desenvolver”, explicou Andressa Menezes,
técnica do IRPAA.
“A retomada do Programa Cisternas
consolida o que nós defendemos, que é a convivência com o Semiárido. É um
processo que integra a família, porque todos participam”, completou.
O desenho do programa beneficia
todos os envolvidos, de uma ponta a outra, como é o caso do pedreiro Flávio
Rodrigues, que nunca havia trabalhado na construção civil. Ele passou por uma
capacitação, esse ano, e agarrou a oportunidade. Desde que assumiu a função,
perdeu as contas de quantas cisternas já ajudou a construir.
“Quero aprender mais ainda, desde
moleque tinha vontade de ser pedreiro, e quero aproveitar a oportunidade de
trabalhar na área. A cisterna é um presente, eu só tenho a agradecer ao programa,
à ASA, a todos”, declarou Flávio. Entre o início e a entrega, a construção de
cada cisterna pode variar entre sete e 15 dias, em média.
A Articulação Semiárido
Brasileiro (ASA) é uma rede que defende, propaga e desenvolve o projeto de
convivência com o bioma. A entidade é composta por mais de três mil
organizações da sociedade civil, como sindicatos rurais, associações de
agricultores e agricultoras, cooperativas, organizações não governamentais e
institutos, como o IRPAA.
Avanço
Ao resgatar o Programa Cisternas,
em 2023, após longo período sem incentivos, o Governo Federal investiu R$ 600
milhões e contratou 62,7 mil unidades, sendo 58,2 mil para o Semiárido e as
demais para a região Amazônica.
As tecnologias sociais de acesso
à água são um importante equipamento para a convivência com as regiões,
promovendo dignidade, saúde, segurança alimentar e melhores condições de vida.
Além disso, pesquisas científicas mostram a importância desses sistemas na
saúde de gestantes e recém-nascidos.
O Ministério da Integração e do
Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu
na última quinta-feira (21) a situação de emergência em sete cidades de
Pernambuco. O motivo é que essas cidades listadas foram afetadas pela estiagem.
Estão na lista os municípios de
Belo Jardim, Betânia, Carnaubeira da Penha, Petrolina, Santa Maria do Cambucá,
Serrita e Tabira. Com a medida, as prefeituras já podem solicitar recursos do
Governo Federal para executar ações de assistência humanitária, como compra de
cestas básicas, água potável e aluguel de caminhões-pipa.
Até o momento, Pernambuco tem 93
reconhecimentos federais de situação de emergência vigentes devido à estiagem.
A Autarquia é uma das
instituições que marcam presença no Seminário Estadual de Atualização do 2º
Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da
Seca (PAB)
Serra Talhada (PE) – Termina hoje
(19), no sertão pernambucano, o Seminário Estadual de Atualização do 2º Plano
de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.
A Sudene está sendo representada pelo coordenador de Desenvolvimento
Territorial, Infraestrutura e Meio Ambiente da Sudene, o economista José
Farias, que colabora nas discussões técnicas e na perspectiva de redução das
desigualdades regionais e sustentabilidade ambiental das iniciativas
institucionais. Ele destaca que a Superintendência vai firmar parceria com o
Ministério do Meio Ambiente para a construção dos Planos de Ação Estaduais,
além de trabalhar em conjunto com outras instituições, como a Univasf e
tribunais de contas dos estados.
“Fomos convidados a participar do
processo de elaboração do Plano de Ação, diante da importância da Sudene para o
tema desertificação, na perspectiva da política de convivência com o Semiárido.
O processo de desertificação já é um fenômeno nacional, mas está muito mais
presente no Nordeste e na área de atuação da Sudene”, destaca José Farias. A
discussão já foi realizada nos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. E
estão programados mais 10 eventos, abrangendo todos os estados do Nordeste e
área mineira da Sudene, além da realização de encontros para cada macrorregião.
O próximo seminário será em Paulo Afonso (BA), nos dias 8 e 9 de abril. Em
junho, deverá acontecer o Seminário Nacional, com o lançamento do Plano de Ação
Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.
Lançado pela primeira vez em
2005, o plano de ação busca especificar o papel do Governo, das comunidades
locais e dos detentores de terra, além de determinar quais os recursos
disponíveis e quais os necessários para combater a desertificação. Contando com
a participação de especialistas, gestores públicos e representantes de
organizações não governamentais, a nova versão do PAB vai definir as principais
zonas suscetíveis à desertificação, estabelecendo prioridades para ações
públicas e privadas para combater a desertificação e mitigar os efeitos das
secas.
O evento em Serra Talhada conta
com salas temáticas e rodas de diálogo, voltadas para o compartilhamento de
experiências no combate à desertificação e mitigação aos efeitos da seca. Foram
formados grupos de trabalho sobre os eixos propostos para o PAB 2024-2044 –
Governança e Fortalecimento Institucional (Eixo 1), Gestão da Informação,
Pesquisa e Inovação (Eixo 2), Melhoria das Condições de Vida da População Afetada
(Eixo 3), Gestão Sustentável para Neutralização da Degradação da Terra (Eixo 4)
e Mitigação dos Efeitos da Seca (Eixo 5). A Sudene participa dos grupos 1 e 2,
que, entre outros temas, estão abordando os arranjos constitucionais, inserção
da sociedade, fortalecimento dos mecanismos de governança que possibilitem
articulação com múltiplos atores e a utilização dos conhecimentos acadêmicos,
da pesquisa e da inovação na construção de novos processos tecnológicos que
melhorem a relação da sociedade com o meio ambiente.
Foram lançados dois editais. Um para contratação de
cisternas de consumo e produção de alimentos no semiárido e outro para sistemas
individuais de acesso à água na Amazônia
Após recuperar R$ 56 milhões que seriam perdidos por
problemas relacionados à gestão anterior, o Governo Federal retomou
oficialmente o Programa Cisternas, iniciativa que ajuda a criar estruturas para
o armazenamento de água do período das chuvas para famílias que vivem em
regiões que passam por longos períodos de seca e para ampliar o acesso à água
potável em regiões desassistidas. O programa teve a escala extremamente
reduzida nos últimos anos.
Foram lançados dois editais: um para a contratação de
cisternas de consumo e produção de alimentos no semiárido, com investimento de
R$ 400 milhões para construção de 51.490 cisternas. São dez estados
contemplados (os nove da Região Nordeste, além de Minas Gerais), com uma meta
de 47.550 cisternas de consumo (placas de 16 mil litros) e 3.940 tecnologias de
acesso à água para produção de alimentos.
REDUÇÃO DE CAPACIDADE - Desde 2017, o programa sofreu
grande redução de sua capacidade. Apenas 4,3 mil cisternas foram entregues em
2021 e 5,9 mil em 2022. Em contrapartida, em 2014 foram mais de 149 mil
unidades instaladas e em 2013 aproximadamente 142 mil.
O outro edital é para contratação de sistemas individuais e
comunitários de acesso à água na Amazônia, atendendo 3,7 mil famílias. Assim
como no semiárido, pelo menos 30% das famílias atendidas pelo edital receberão
assistência técnica e serviços de acompanhamento, além de recursos do Programa
Fomento Rural. Os equipamentos auxiliam sobretudo os grupos mais isolados de
comunidades ribeirinhas e de reservas extrativistas que sofrem com a
dificuldade de acesso à água potável.
A tecnologia para a Amazônia inclui captação de água de
chuva, captação de fonte complementar (no caso de sistemas comunitários), além
de instalação sanitária domiciliar, incluindo fossa séptica, chuveiro, vaso
sanitário e pia.
“Essas tecnologias são importantes para a redução de doenças
de veiculação hídrica na região”, afirma Lilian Rahal, secretária nacional de
Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento e
Assistência Social, Família e Combate à Fome. Ela acrescenta que os equipamentos
também podem contribuir no combate ao desmatamento e na geração de renda para
as famílias.
Dentre os 3,7 mil sistemas de acesso à água previstos pelo
edital, a maior parte será destinada ao estado do Pará, com a implantação de
1.300 unidades em seis municípios: Altamira; Curralinho; Porto de Moz; Prainha;
Santarém e; São Sebastião da Boa Vista.
Estão previstas ainda 1.200 unidades para o Amazonas, em 11
cidades: Alvarães; Boca do Acre; Carauari; Fonte Boa; Japurá; Juruá; Lábrea;
Manicoré; Pauini; Tapauá e; Tefé.
Serão outros 700 sistemas no Acre, nos municípios de:
Jordão; Manoel Urbano; Marechal Thaumaturgo; Sena Madureira e Tarauacá. Outras
500 tecnologias serão instaladas no Amapá, nas seguintes localidades: Mazagão;
Laranjal do Jari e Vitória do Jari.
Se somadas, as chamadas públicas simbolizam R$ 500 milhões
para a construção das tecnologias. O Executivo investirá, apenas em 2023, com
os acordos e os editais, mais de R$ 562 milhões no Programa Cisternas,
beneficiando cerca de 60 mil famílias.
MODELO DE EXECUÇÃO - O Programa Cisternas começou a
ser executado em 2003, atuando fortemente no semiárido brasileiro, depois
expandiu para outras áreas do Nordeste e atualmente tem experiências em outros
biomas, inclusive o amazônico. Em 20 anos, foram construídas mais de 1,14
milhão de cisternas em todo o país, sendo que até 2016 foram entregues mais de
um milhão de unidades.
O programa envolve a parceria do Governo Federal com entes
públicos e organizações da sociedade civil, via convênios ou Termos de
Colaboração. O processo de implementação, que envolve as atividades de
mobilização social, capacitações e organização do processo construtivo, ocorre
a partir da ação de entidades privadas sem fins lucrativos, credenciadas
previamente e contratadas por parceiros do MDS.
INVESTIMENTOS - Um termo aditivo ao Acordo de
Cooperação Técnica (ACT) entre o MDS e a Fundação Banco do Brasil e o BNDES foi
assinado na quarta-feira (26/7), o que permite retomar parceria para construção
de cisternas no semiárido. A iniciativa também associa a implantação das
tecnologias a repasses financeiros e assistência técnica às famílias de
produtores agrícolas de baixa renda pelo programa Fomento Rural.
O programa combina ações de acompanhamento social e
produtivo e a transferência direta de recursos financeiros não-reembolsáveis às
famílias para investimento em projetos produtivos, no valor de R$ 4,6 mil. Os
projetos apoiados podem ser agrícolas, como cultivo de hortas e criação de
pequenos animais, ou não agrícolas, como a produção de polpas e artesanato,
realizados por uma família ou coletivos, podendo ser simples (apenas um item de
produção) ou combinados.
A Prefeitura de Brejinho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, está empenhada em melhorar a qualidade de vida dos moradores do Povoado Lagoa dos Campos. Recentemente, foi realizada uma importante obra de revitalização no sistema de abastecimento de água, que garantirá o fornecimento contínuo e seguro para a comunidade local. O Prefeito Gilson Bento, a Secretária de Agricultura Aurivoneide Santos, o Secretário de Obras Manoel da Carne e o vereador Rossinei Cordeiro acompanharam de perto o andamento do projeto, demonstrando o compromisso da administração municipal com o bem-estar da população.
O sistema de abastecimento de água no Povoado Lagoa dos Campos passou por um processo de revitalização abrangente, visando melhorar a infraestrutura existente e garantir um serviço eficiente e confiável. Com o apoio da Secretaria Municipal de Agricultura, a Prefeitura de Brejinho investiu recursos significativos nessa importante iniciativa.
A visita realizada pelo Prefeito Gilson Bento, pela Secretária de Agricultura Aurivoneide Santos, pelo Secretário de Obras Manoel da Carne e pelo vereador Rossinei Cordeiro teve como objetivo verificar pessoalmente o andamento da obra e assegurar que todas as etapas estejam sendo cumpridas de acordo com os padrões estabelecidos. Essa atenção especial demonstra o comprometimento das autoridades em proporcionar melhores condições de vida para os moradores do Povoado Lagoa dos Campos.
A revitalização do sistema de abastecimento trará inúmeros benefícios para a comunidade local. Os moradores poderão desfrutar de um abastecimento contínuo de água potável, essencial para suas necessidades diárias, como consumo doméstico, higiene pessoal e atividades agrícolas. Além disso, a melhoria na infraestrutura também contribuirá para reduzir possíveis problemas de escassez de água durante períodos de seca ou demandas sazonais mais intensas.
A Secretaria Municipal de Agricultura desempenhou um papel fundamental nesse projeto, coordenando as ações e garantindo a aplicação adequada dos recursos. Através de um trabalho integrado com outras secretarias e órgãos municipais, foi possível alcançar resultados satisfatórios e promover um impacto positivo na qualidade de vida dos moradores do Povoado Lagoa dos Campos.
A revitalização do sistema de abastecimento de água no Povoado Lagoa dos Campos, promovida pela Prefeitura de Brejinho em parceria com a Secretaria Municipal de Agricultura, é uma iniciativa que visa melhorar a qualidade de vida dos moradores locais. Com a presença do Prefeito Gilson Bento, da Secretária de Agricultura Aurivoneide Santos, do Secretário de Obras Manoel da Carne e do vereador Rossinei Cordeiro durante a visita à obra, fica evidente o comprometimento da administração municipal em oferecer um serviço de abastecimento de água contínuo e seguro.
Fenômeno climático responsável pelo aquecimento das águas do Pacífico costuma provocar seca e calor mais intenso no Brasil e em outros países da América Latina
Um El Niño antecipado já está oficialmente formado. Deve ser forte, bagunçar o clima em todo o mundo e dar a uma Terra já em aquecimento um pouco mais de calor, segundo anunciaram meteorologistas nesta quinta-feira, 8. A Administração Nacional de Atmosferas e Oceanos (NOAA, na sigla em inglês) lançou um alerta nesta manhã anunciando a formação do fenômeno climático. E ele deve ser levemente diferente dos anteriores.
O El Niño é caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, o que acaba tendo influência no clima mundial, com impactos na temporada de furacões no Atlântico e de ciclones no Pacífico.
Neste ano, o El Niño se formou pelo menos um mês antes do que costuma acontecer, o que dá ao fenômeno um pouco mais de tempo para crescer. Com isso, segundo os especialistas, há 56% de chances de ser considerado forte e 25% de atingir proporções gigantescas, segundo a cientista Michelle L´Heureux, responsável pelo escritório de previsões climáticas El Niño/La Niña da NOAA.
Com isso, existe a possibilidade de 2023 bater um novo recorde de ano mais quente dos registros, com temperaturas superiores às registradas em 1998 e 2016, anos especialmente quentes. A combinação do fenômeno climático especialmente intenso com a aceleração dos efeitos do aquecimento global seria responsável pelo recorde.
“Se este El Niño alcançar a categoria dos mais fortes será a recorrência mais curta do registro histórico”, afirmou Kim Cobb, cientista climática da Universidade de Brown, nos EUA.
Um intervalo tão curto entre dois El Niños especialmente fortes deixa as comunidades com menos tempo hábil para se recuperarem de danos a infraestrutura, agricultura e ecossistemas provocados pelo fenômeno.
Pelos próximos meses, durante o inverno, o El Niño deve ser sentido mais fortemente no hemisfério sul. Entre os países mais atingidos estão Brasil, Colômbia e Venezuela, com previsões de secas intensas, bem como Índia e Indonésia.
O fenômeno climático tem um custo alto à economia global. Segundo estimativas do Banco Mundial, o El Niño de 1997 e 1998 custou aos cofres públicos dos países mais atingidos US$ 45 bilhões (R$ 222 bilhões).
Fonte: Estadão.
Entenda
Fenômeno El Niño pode ter impactos para o clima no Brasil
Se você é apaixonado por natureza e busca destinos surpreendentes para explorar, não pode deixar de conhecer o encantador Planalto da Borborema. Localizado no Nordeste do Brasil, esse planalto é uma verdadeira joia que abrange diversos estados da região. Neste artigo, vamos descobrir em quais estados ele se encontra, a população que vive nessa região, o clima característico e se chove muito nesse lugar tão especial.
O Planalto da Borborema se estende por quatro estados do Nordeste do Brasil: Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas. Esses estados são agraciados pela majestosa presença desse planalto, oferecendo paisagens deslumbrantes e uma rica diversidade natural aos visitantes.
Com relação à população que habita o Planalto da Borborema, estima-se que cerca de 4 milhões de pessoas vivem nessa região. São comunidades acolhedoras e diversas, que preservam suas tradições e contribuem para a riqueza cultural desse lugar único.
O clima no Planalto da Borborema é influenciado pela sua altitude, o que acarreta uma variação interessante em relação às precipitações. De maneira geral, é uma região que recebe um volume de chuvas moderado, tornando-a uma área propícia para o desenvolvimento de uma vegetação exuberante. Essa característica climática contribui para a presença de rios, cachoeiras e nascentes que enriquecem ainda mais a beleza natural do planalto.
O clima predominante no Planalto da Borborema é o clima tropical úmido. No entanto, é importante ressaltar que essa região apresenta variações microclimáticas devido à sua topografia, resultando em diferentes paisagens e vegetações. Durante o ano, é possível encontrar temperaturas amenas e agradáveis, sendo um alívio para quem deseja fugir do calor intenso de outras áreas do Nordeste brasileiro.
O Planalto da Borborema é um destino que merece ser explorado pelos amantes da natureza e da cultura. Com sua localização privilegiada em quatro estados do Nordeste brasileiro, oferece uma experiência única através de suas paisagens encantadoras, população acolhedora e um clima ameno e agradável. Seja você um viajante em busca de aventuras ou um apaixonado pela natureza, não deixe de incluir o Planalto da Borborema em sua lista de destinos imperdíveis. Venha descobrir as maravilhas desse tesouro natural e encante-se com tudo o que essa região tem a oferecer!
Nesta
quinta-feira (01/10/2020), o Presidente Jair Bolsonaro inaugurou a primeira
fase da segunda etapa do Sistema Adutora do Pajeú, no município pernambucano de
São José do Egito. O sistema vai levar água para sertanejos que sofrem com a
seca no Sertão de Pernambuco.
O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de
Desenvolvimento Agrário, lançou nesta segunda-feira (13) a licitação do
Programa Água Doce (PAD), ação coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento
Regional, executada em parceria com o estado. O edital foi publicado nas
edições de sábado do Diário Oficial da União e Diário Oficial do Estado.
Orçado em R$ 36,9 milhões, sendo R$ 33,2 milhões da União e
R$ 3,7 milhões de contrapartida do estado, o Programa Água Doce prevê a
instalação de 170 sistemas de dessalinização em poços de água salobra,
beneficiando cerca de 60 mil pessoas em 21 municípios do Semiárido
pernambucano, que passam a contar com água de qualidade para o consumo.
De acordo com o secretário Dilson Peixoto, o programa
integra um conjunto de ações com foco na melhoria da infraestrutura hídrica no
Agreste e Sertão do estado. “Além do Programa Água Doce, em 2019 entregamos
2.944 cisternas de 16 mil e 52 mil litros e, ainda neste mês de janeiro,
devemos assinar a ordem de serviço do Programa de Integração do Rio São
Francisco (Pisf), que vai beneficiar 12 mil pessoas residentes em comunidades
localizadas a até cinco quilômetros dos canais Norte e Leste da Transposição do
São Francisco”, destacou.
A instalação dos sistemas foram divididas em três lotes,
contemplando os municípios de Águas Belas, Iati, Manari, Paranatama e Venturosa
(Lote 1), Alagoinha, Caetés, Capoeiras, Cumaru, Frei Miguelinho, Jataúba,
Riacho das Almas, Salgadinho, Sanharó, Santa Maria do Cambucá e Vertente do
Lério (Lote 2) e Afrânio, Dormentes, Santa Cruz e Trindade (Lote 3).
A previsão para conclusão das obras é de 12 a 24 meses, de
acordo com o cronograma de execução dos serviços. Após a instalação dos
sistemas, o programa prevê também a manutenção básica durante 12 meses, período
em que as comunidades devem ser capacitadas para assumir a manutenção dos
equipamentos.
O verão, que começou
oficialmente à 1h19 da madrugada deste domingo (21) em Pernambuco, deve
trazer temperaturas mais altas ao Estado e, no Sertão pernambucano, o maior
índice de chuvas do ano. As informações são da Agência Pernambucana de Águas, aApac.
De acordo com a agência, a média das temperaturas máximas em
Pernambuco no trimestre dezembro, janeiro e fevereiro giram em torno de 34º no
Sertão e 32° no Agreste, na Zona da Mata e na Região Metropolitana do Recife
(RMR).
O verão também costuma ter os maiores índices pluviométricos
no Sertão. Segundo a Apac, a média no Sertão de Pernambuco é de 360 mm
(milímetros) e de 330 mm no Sertão do São Francisco. No Agreste, a média é de
217 mm. Já na Zona da Mata, 315 mm, e no Litoral, 490 mm aproximadamente. Para
se ter uma ideia, as chuvas na primavera, estação que antecede o verão,
costumam ser de, em média, 45 mm no Sertão.
Além de ser a estação mais quente do ano, o verão – que vai
até as 3h50 da madrugada de 20 de março – é conhecido por ter dias mais longos.
No entanto, a Apac afirma que, em Pernambuco, o aumento das
horas do dia é pouco perceptível devido à localização do Estado.
Posicionado em uma região tropical e perto da Linha do
Equador, a incidência dos raios solares em Pernambuco deve manter uma proporção
constante, o que implica em uma variação pequena (de poucos minutos) no tamanho
do dia.
De forma geral, situação dos açudes do semiárido é crítica. Foto: Milena Kury/Funceme
O mapa mais recente do Monitor de Secas aponta avanço do
nível de seca grave na região Nordeste. A ferramenta indica que, em outubro, a
taxa era de 23,02% e passou para 36,03% em novembro. Neste nível, os possíveis
impactos são perdas de cultura ou pastagens, escassez e restrição de água
imposta.
De acordo com o monitoramento divulgado nesta semana, a
região apresenta atualmente 88,61% do seu território com algum nível de seca,
segundo a classificação do Monitor. Somente áreas localizadas nos litorais
ainda estão classificadas sem seca relativa. A área com nível um pouco mais
intenso, classificado como extremo, está situada em uma faixa entre o norte da
Bahia e Pernambuco, totalizando cerca de 2% da região Nordeste.
Em relação ao mesmo período de 2018, a atual situação da
região é melhor. Naquela ocasião, o Nordeste apresentava 93,71% do seu
território com algum nível de seca. Além disso, apresentava 2,99% com seca
excepcional.
Apesar de não ser a única variável usada para classificar a
presença ou não da estiagem, a redução da chuva nesta época do ano acaba
contribuindo para o avanço dela. No Ceará, por exemplo, em outubro, a média
pluviométrica é de apenas 3,9 milímetros e, neste ano, o acumulado foi de 1,3
mm, conforme dados Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos
(Funceme), em outubro, a média pluviométrica é de apenas 3,9 milímetros e,
neste ano, o acumulado foi de 1,3 mm.
Outro indicativo para a situação crítica é o atual nível dos
açudes. Conforme a Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh), dos 155
reservatórios monitorados pelo órgão, 89 estão com volume abaixo dos 30%. O
Castanhão, que é o maior açude da América Latina para múltiplos usos, está com
apenas 3,02% de sua capacidade total.
Mais sobre o Monitor de Secas
O Monitor de Secas promove o monitoramento regular e
periódico da situação da seca, por meio do qual é possível acompanhar sua
evolução, classificando-a segundo o grau de severidade dos impactos observados.
Em operação desde 2014, a ferramenta iniciou suas atividades
pela região Nordeste, historicamente a mais afetada por eventos de seca. Com a
metodologia já consolidada e entendendo que todas as regiões do País são
afetadas em maior ou menor grau por fenômenos dessa natureza, foi iniciada a
expansão da ferramenta para a inclusão de outros estados. Em novembro de 2018,
Minas Gerais foi incorporado ao processo.
O projeto é coordenado pela Agência Nacional de Águas (ANA),
com o apoio da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme),
e desenvolvido conjuntamente com diversas instituições estaduais e federais
ligadas às áreas de clima e recursos hídricos.
O Fórum Permanente de Convivência Produtiva com as Seca
reúne-se nesta quarta-feira (28), das 8h 30 às 12h, no Hotel Bristol, em Boa
Viagem. Na ocasião, o engenheiro agrônomo e pesquisador do IPA, Djalma
Cordeiro, ministrada a palestra “A Recuperação da Palma Forrageira no Semiárido
Brasileiro: Novas Cultivares e Técnicas de Cultivo”. A ação é promovida pela
Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe) em parceria com o
Sebrae.
A iniciativa é uma oportunidade de discutir as demandas da
classe produtora rural, bem como apresentar opções de políticas e tecnologias
que levem a soluções permanentes para os períodos de estiagem prolongada.
O Fórum reúne entidades da comunidade empresarial, acadêmica
e entes do governo. São eles: Sociedade Nordestina de Criadores (SNC),
Associação dos Fornecedores de Cana de Pernambuco (AFCP), Associação Nordestina
de Agricultura e Pecuária (ANAP), Associação Avícola de Pernambuco (Avipe),
Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado de Pernambuco
(Facep), Federação da Agricultura do Estado de Pernambuco (Faepe), Federação do
Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomercio/PE),
Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe), Serviço de Apoio às
Micro e Pequenas Empresas de Pernambuco (Sebrae/PE), Serviço Nacional de
Aprendizagem Rural (Senar/PE), Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no
Estado de Pernambuco (Sindaçúcar) e o Sindicato dos Cultivadores de Cana de
Açúcar de Pernambuco (Sindcape).
O secretário estadual de Desenvolvimento Agrário, Dilson
Peixoto, admitiu que o Governo de Pernambuco só irá retomar a Operação-Pipa no
Sertão quando quitar as pendências ainda existentes junto aos pipeiros
contratados.
Dilson disse à imprensa, durante o 4º Seminário Todos por
Pernambuco, em Petrolina, que sua pasta herdou um passivo de R$ 4 milhões. Por
este motivo, o governador Paulo Câmara optou por não retomar a ação neste
momento.
Nesta semana, o Estado conseguiu liberar os primeiros
recursos para iniciar a quitação dos atrasados com os pipeiros. O valor é de R$
1,3 milhão.
Dilson explicou que a ideia do governo é retomar a
Operação-Pipa em parceria com a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa)
porque, segundo o secretário, não há uma previsão orçamentária do Instituto
Agronômico de Pernambuco (IPA) para bancar o serviço.
Escolas rurais e famílias de agricultores do Semiárido serão
beneficiadas com o reforço orçamentário
O Programa Cisternas, executado pelo Ministério da
Cidadania, vai receber um reforço de R$ 108 milhões para a construção de
reservatórios de água em escolas rurais e propriedades de agricultores
familiares do Semiárido. Os recursos são provenientes do Fundo de Defesa de
Direitos Difusos – ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. O
dinheiro é fruto de condenações judiciais, indenizações e multas aplicadas em
ações do Conselho Administrativo de Defesa do Econômica (Cade).
No total, cerca de R$ 714 milhões estão sendo
disponibilizados para financiar projetos de órgãos públicos que visem à
recuperação, conservação e preservação do meio ambiente; à proteção e defesa do
consumidor; à promoção e defesa da concorrência; ao patrimônio cultural
brasileiro, entre outros. O Fundo é comandado por um Conselho Federal Gestor,
composto por representantes do governo federal, Ministério Público Federal e
sociedade civil.
De acordo com o secretário especial do Desenvolvimento
Social do Ministério da Cidadania, Lelo Coimbra, os recursos são fundamentais
para aliviar o sofrimento das famílias vítimas da escassez de água na região.
“É um programa de fornecimento de água para beber e produção no Semiárido
brasileiro, para garantir qualidade de vida. Temos 5.700 escolas na região que
precisam de água com qualidade e em abundância.”
No total, mais de 1,3 milhão de cisternas já foram entregues
no Nordeste. São unidades que captam a água da chuva e a armazenam para o
consumo ou até mesmo para a produção de alimentos e criação de pequenos
animais. Para o secretário Lelo Coimbra, o objetivo agora é universalizar o
atendimento às escolas rurais e garantir cidadania plena às famílias. “É um
recurso que está retornando para quem mais precisa. É para aqueles que estão
sem emprego, sem renda, ou com baixa renda, abaixo do mínimo necessário para a
sobrevivência, e que podem ter nesse acréscimo a possibilidade de novas
oportunidades”, diz.
A
prefeita Tânia Maria esteve juntamente com o Secretário de Obras José Vandilson, na manhã desta quinta-feira (11/10), no Açude Serraria, tomando providências referente a retirada irregular de água no
reservatório que abastece a cidade de Brejinho. A prefeita também enviou ofícios para APAC,
Gerência Regional da Compesa em Afogados da Ingazeira e Promotoria Pública da
cidade de Itapetim onde ficou acordado reunião com moradores e representantes
da cidade a ser realizada no dia 18 de outubro, às 14:00 horas na Associação Rural
do Sítio Serraria. Também serão convidados pela Prefeitura Municipal de
Brejinho, representantes da Compesa, APAC e Polícia Militar para participarem da reunião.
Mesmo com a Barragem de Caramucuqui apresentando bom volume de água a cidade de Itapetim está enfrentando dificuldades no abastecimento. A Compesa tem sido alvo de críticas da população de Itapetim pela falta de água nas torneiras.
A bomba utilizada na barragem em rede monofásica apresenta vazão de apenas 10 litros por segundo. Com isso alguns bairros da cidade estão passando até mais de 20 dias sem água.
De acordo com os técnicos locais da Compesa o ideal seria uma bomba trifásica para fornecer 20 litros por segundo. A Compesa solicitou junto a Celpe a alteração na corrente elétrica para trifásica. A população cobra uma providencia urgente por parte de Celpe e Compesa.
Já os moradores da cidade de Brejinho torcem pela chegada das chuvas pois a barragem de mãe D’água vive situação de colapso. Se não chover eles terão que conviver com a lata d’água na cabeça nos próximos dias.
Por causa da longa estiagem e do racionamento de água que já
dura mais alguns anos em Teixeira, carroceiros estão à procura de água em
vários locais da cidade. Um dos pontos mais frequentados é o conhecido
chafariz. O local que virou a única fonte para muitas famílias é o único recurso
para quem está com as torneiras secas.
Fazendo longas filas, com seus animais, eles retiraram o
sustento para sua família vendendo a água ou mesmo utilizam para abastecer suas
residências. Na manhã desta quarta-feira (06), os carroceiros iniciaram suas
atividades as 04:00h.
Segundo relatos dos carroceiros, o chafariz tem suas regras a
serem obedecidas com horário e só funciona por um determinado tempo para
retirada de água. “Tem gente que sai do
outro lado da cidade para encher os galões e levar para casa. Outros aproveitam
a noite, quando as filas são menores, para buscar água.” Disse um dos
carroceiros.
A prefeitura municipal começou a fazer o trabalho de
distribuição de água nos bairros, porém, o governo municipal conta hoje com
menos carros-pipas.